Educação e Internet
terça-feira, 17 de maio de 2011
Os Média e a Formação à Distância
Neste capítulo são apresentadas as distinções existentes entre média e modos de aprendizagem on-line. Mayer (2001, p. 184), sugere sete princípios que se relacionam com o projecto on-line e instrução que são:
Princípio Multimédia; princípio de contiguidade espacial; princípio de contiguidade temporal; princípio da coerência; princípio da modalidade; princípio da redundância; princípio das diferenças individuais.
A aprendizagem através dos média e o ensino on-line favorece o contacto em simultâneo com os tutores, os conteúdos e os seus pares, reduzindo a distância transaccional.
As ferramentas específicas para este tipo de aprendizagem incluem impressão e texto, vídeo e gráficos, áudio, dispositivos móveis (PDAs e smartphones) e Internet.
Impressão e texto, é o modo mais vulgar e conhecido de apresentar o texto, sendo através do livro, o 1º mecanismo de ensino de texto. Este meio apresenta como pontos fortes o custo reduzido, é fácil de manusear, resistente e fácil de transportar, e com a utilização de um processador de texto torna-se fácil reorganizar. Como pontos fracos apresenta, principalmente, os efeitos provocados pela impressão (imóvel, não interactiva ou incompreendida pelos leitores), sendo as revisões de materiais impressos mais caros e lentos comparando com as efectuadas nas bases de dados.
Vídeo e gráficos, resultam, normalmente numa “aprendizagem mais eficiente” , podendo os gráficos aumentar a motivação dos seus utilizadores. No uso de gráficos deve-se ter em atenção que, não devem ser usadas imagens em demasia para não distrair e utilizar apenas os detalhes necessários para uma transferência rápida de dados. Segundo Winn (em Szabo, 1998), e para maior eficácia os gráficos , tabelas e diagramas devem incluir legendas. A cor não é determinante para a aprendizagem, funcionando melhor a utilização de diversos tipos e tamanhos de letras, devendo as informações relevantes ser apresentadas no canto superior esquerdo do monitor.
A utilização de videoconferência e teleconferência são aplicações de vídeo que usadas na educação se apresentam de grande valor pois, proporcionam uma aprendizagem de qualidade, atractiva e praticável entre alunos mesmo que se encontrem dispersos, mas que devido ao seu custo elevado não é praticada.
A aplicação de áudio no ensino, com o uso de IPods, leitores de MP3 e VolP, pode ser de grande utilidade, ajudando a memorizar, formar conceitos e organizar o pensamento. Tratando-se de uma comunicação assíncrona e não interactiva, permite aos alunos controlar as suas aprendizagens Sendo o uso do áudio síncrono, eficaz na educação por fomentar troca de informação e desenvolvimento de relações sociais, o vídeo apresenta melhores resultados pois aumenta, também, a interacção.
A Internet é o principal veículo de transmissão/recepção de conhecimentos no ensino on-line. O seu uso, por vezes, torna-se complicado e demorado devido a problemas de navegação, complexidade e segurança. A falta de estrutura da Web pode, também, dificultar ou mesmo, levar os utilizadores a perderem-se nas suas pesquisas. Os utilizadores têm, ao seu dispor, ferramentas que os ajudam nas suas aprendizagens (wikis, blogs e podcast), assim como a fazer circular os seus próprios materiais.
Bibliografia: Fahy,P. J., (2008), As Características dos Meios de Aprendizagem Interactiva Online, Athabasca University
Princípio Multimédia; princípio de contiguidade espacial; princípio de contiguidade temporal; princípio da coerência; princípio da modalidade; princípio da redundância; princípio das diferenças individuais.
A aprendizagem através dos média e o ensino on-line favorece o contacto em simultâneo com os tutores, os conteúdos e os seus pares, reduzindo a distância transaccional.
As ferramentas específicas para este tipo de aprendizagem incluem impressão e texto, vídeo e gráficos, áudio, dispositivos móveis (PDAs e smartphones) e Internet.
Impressão e texto, é o modo mais vulgar e conhecido de apresentar o texto, sendo através do livro, o 1º mecanismo de ensino de texto. Este meio apresenta como pontos fortes o custo reduzido, é fácil de manusear, resistente e fácil de transportar, e com a utilização de um processador de texto torna-se fácil reorganizar. Como pontos fracos apresenta, principalmente, os efeitos provocados pela impressão (imóvel, não interactiva ou incompreendida pelos leitores), sendo as revisões de materiais impressos mais caros e lentos comparando com as efectuadas nas bases de dados.
Vídeo e gráficos, resultam, normalmente numa “aprendizagem mais eficiente” , podendo os gráficos aumentar a motivação dos seus utilizadores. No uso de gráficos deve-se ter em atenção que, não devem ser usadas imagens em demasia para não distrair e utilizar apenas os detalhes necessários para uma transferência rápida de dados. Segundo Winn (em Szabo, 1998), e para maior eficácia os gráficos , tabelas e diagramas devem incluir legendas. A cor não é determinante para a aprendizagem, funcionando melhor a utilização de diversos tipos e tamanhos de letras, devendo as informações relevantes ser apresentadas no canto superior esquerdo do monitor.
A utilização de videoconferência e teleconferência são aplicações de vídeo que usadas na educação se apresentam de grande valor pois, proporcionam uma aprendizagem de qualidade, atractiva e praticável entre alunos mesmo que se encontrem dispersos, mas que devido ao seu custo elevado não é praticada.
A aplicação de áudio no ensino, com o uso de IPods, leitores de MP3 e VolP, pode ser de grande utilidade, ajudando a memorizar, formar conceitos e organizar o pensamento. Tratando-se de uma comunicação assíncrona e não interactiva, permite aos alunos controlar as suas aprendizagens Sendo o uso do áudio síncrono, eficaz na educação por fomentar troca de informação e desenvolvimento de relações sociais, o vídeo apresenta melhores resultados pois aumenta, também, a interacção.
A Internet é o principal veículo de transmissão/recepção de conhecimentos no ensino on-line. O seu uso, por vezes, torna-se complicado e demorado devido a problemas de navegação, complexidade e segurança. A falta de estrutura da Web pode, também, dificultar ou mesmo, levar os utilizadores a perderem-se nas suas pesquisas. Os utilizadores têm, ao seu dispor, ferramentas que os ajudam nas suas aprendizagens (wikis, blogs e podcast), assim como a fazer circular os seus próprios materiais.
Bibliografia: Fahy,P. J., (2008), As Características dos Meios de Aprendizagem Interactiva Online, Athabasca University
A Promessa de Desenvolvimento
O desenvolvimento e a evolução dos média está relacionado com o aparecimento de novas versões da Internet, com sofware social e a criação do movimento open-source.
Novas Internets, estão a ser desenvolvidas para resolver os pontos fracos da anterior. Pretende-se uma Internet mais segura, que suporte novas tecnologias e que sejam fáceis de usar, assim como, o crescimento da actual Internet World-Wide com aplicação à educação virtual e à distância, de uso fácil, potência/velocidade, custo e conteúdos acessíveis, mais complexas e infalíveis. Sendo a Internet uma ferramenta poderosa, os Governos têm a responsabilidade de financiar e manter tal rede.
Visto que as comunicações mais complexas por computador não são praticáveis, o acesso à Internet baseada na realidade do mundo em desenvolvimento, deve ter em atenção os aspectos económicos e tecnológicos. De acordo com a utilização dada, assim se devem adaptar as ferramentas de comunicação e computadores, com correntes alternadas, em que a energia se poderá obter por molas, pela utilização do teclado, a partir do ar, por movimento ou fricção.
O telemóvel apresenta-se-nos como uma tecnologia de informação muito importante.
O sofware social é, segundo Lefever (citado em Anderson, 2005) uma ferramenta que liga pessoas para o trabalho interior de cada uma delas, pensamentos, sentimentos e opiniões.
Boyd (em Owen, e tal., 2006) define três tipos de interacção: suporte para interacção convencional (para trabalho de equipa entre indivíduos ou em grupo); suporte para feedback social (onde o grupo avalia as participações dos outros); e, suporte para as redes sociais (criam e gerem as relações sociais dos participantes).
Anderson (2005) refere que o sofware social se define segundo as actividades que suporta (possibilidade de reuniões e encontros, apoio e orientação na aprendizagem, diminui erros de comunicação e suporta funções mais complicadas, como sejam as actividades em blogs e a partilha e gestão de ficheiros de grupo. Este tipo de sofware é bastante importante para a interacção em grupos dedicados à aprendizagem, podendo, por vezes, e como refere Dvorak (2006), apresentarem-se como “uma completa perda de tempo”, pois as pessoas querem interagir com os escolhidos sem interferências de “amigos” desconhecidos.
O movimento Open-source, apareceu em resposta a fabricantes de sofware para acabar com o monopólio de certas marcas. Segundo os apoiantes deste sofware, o mesmo está aberto a várias modificações e contribuições e sai a custo reduzido ou nulo. É um movimento apoiado por empresas de renome e em que profissionais experientes em software se encontram envolvidos.
Por existirem vários profissionais envolvidos, individualmente, e onde cada opção é incorporada neste software, é difícil atribuir os direitos de propriedade intelectual, visto que, ninguém é completamente responsável pelo desenvolvimento do sofware.
Bibliografia: Fahy,P. J., (2008), As Características dos Meios de Aprendizagem Interactiva Online, Athabasca University
Novas Internets, estão a ser desenvolvidas para resolver os pontos fracos da anterior. Pretende-se uma Internet mais segura, que suporte novas tecnologias e que sejam fáceis de usar, assim como, o crescimento da actual Internet World-Wide com aplicação à educação virtual e à distância, de uso fácil, potência/velocidade, custo e conteúdos acessíveis, mais complexas e infalíveis. Sendo a Internet uma ferramenta poderosa, os Governos têm a responsabilidade de financiar e manter tal rede.
Visto que as comunicações mais complexas por computador não são praticáveis, o acesso à Internet baseada na realidade do mundo em desenvolvimento, deve ter em atenção os aspectos económicos e tecnológicos. De acordo com a utilização dada, assim se devem adaptar as ferramentas de comunicação e computadores, com correntes alternadas, em que a energia se poderá obter por molas, pela utilização do teclado, a partir do ar, por movimento ou fricção.
O telemóvel apresenta-se-nos como uma tecnologia de informação muito importante.
O sofware social é, segundo Lefever (citado em Anderson, 2005) uma ferramenta que liga pessoas para o trabalho interior de cada uma delas, pensamentos, sentimentos e opiniões.
Boyd (em Owen, e tal., 2006) define três tipos de interacção: suporte para interacção convencional (para trabalho de equipa entre indivíduos ou em grupo); suporte para feedback social (onde o grupo avalia as participações dos outros); e, suporte para as redes sociais (criam e gerem as relações sociais dos participantes).
Anderson (2005) refere que o sofware social se define segundo as actividades que suporta (possibilidade de reuniões e encontros, apoio e orientação na aprendizagem, diminui erros de comunicação e suporta funções mais complicadas, como sejam as actividades em blogs e a partilha e gestão de ficheiros de grupo. Este tipo de sofware é bastante importante para a interacção em grupos dedicados à aprendizagem, podendo, por vezes, e como refere Dvorak (2006), apresentarem-se como “uma completa perda de tempo”, pois as pessoas querem interagir com os escolhidos sem interferências de “amigos” desconhecidos.
O movimento Open-source, apareceu em resposta a fabricantes de sofware para acabar com o monopólio de certas marcas. Segundo os apoiantes deste sofware, o mesmo está aberto a várias modificações e contribuições e sai a custo reduzido ou nulo. É um movimento apoiado por empresas de renome e em que profissionais experientes em software se encontram envolvidos.
Por existirem vários profissionais envolvidos, individualmente, e onde cada opção é incorporada neste software, é difícil atribuir os direitos de propriedade intelectual, visto que, ninguém é completamente responsável pelo desenvolvimento do sofware.
Bibliografia: Fahy,P. J., (2008), As Características dos Meios de Aprendizagem Interactiva Online, Athabasca University
sábado, 14 de maio de 2011
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